terça-feira, 3 de setembro de 2013

Câmara aprova por unanimidade PEC do Voto Aberto no Congresso


Uma semana após livrar da cassação o deputado Natan Donadon (sem partido-RO) em uma votação secreta, a Câmara aprovou nesta terça-feira (3), por unanimidade dos 452 votantes, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que determina voto aberto em todas as votações do Congresso Nacional. O projeto ainda precisa ser aprovado em dois turnos pelos senadores.

De autoria do ex-deputado Luiz Antônio Fleury (PMDB-SP), a proposta estava engavetada na Câmara desde 2006, à espera da apreciação em segundo turno. Mas, por falta de acordo, a PEC foi retirada de pauta diversas vezes ao longo dos últimos sete anos.

Diante da repercussão negativa do caso Donadon, os líderes da Câmara decidiram na manhã desta terça resgatar o projeto de Fleury para tentar dar uma resposta rápida à opinião pública. A PEC do ex-parlamentar paulista era a única que estava em condições de ser submetida nesta semana ao plenário.


A proposta aprovada pelos deputados, apresentada em 2001, gera polêmica no Legislativo. Além de acabar com as votações sigilosas para perda de mandato de parlamentares por falta de decoro e condenação criminal, o projeto abre, por exemplo, os votos em eleições das mesas diretoras e nas apreciações de vetos presidenciais.

Clique AQUI e assista a reportagem completa!

Fonte: G1

domingo, 1 de setembro de 2013

ATIVIDADE DE VIGILÂNCIA - PORTARIA 3.233/2012 - DG/DPF


Da Atividade 

Art. 17.  As empresas de vigilância patrimonial não poderão desenvolver atividades econômicas diversas das que estejam autorizadas. 

§ 1o  Para o desenvolvimento de suas atividades, a empresa de vigilância patrimonial poderá utilizar toda a tecnologia disponível. 

§ 2o  Os equipamentos e sistemas eletrônicos utilizados na forma do § 1º somente poderão ser fornecidos pela empresa de vigilância patrimonial sob a forma de comodato.
  
§ 3o  As atividades de instalação, vistoria e atendimento técnico de acionamento de alarmes não poderão ser realizados por vigilante, o qual é responsável apenas pelas atividades previstas no art. 10 da Lei no 7.102, de 1983. 

Art. 18.  A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos imóveis vigiados e, nos casos de atuação em eventos sociais, como show, carnaval, futebol, deve se ater ao espaço privado objeto do contrato.

Art. 19.  A atividade de vigilância patrimonial em grandes eventos, assim considerados aqueles realizados em estádios, ginásios ou outros eventos com público superior a três mil pessoas deverão ser prestadas por vigilantes especialmente habilitados. 

Parágrafo único.  A habilitação especial referida no caput corresponderá ao curso de extensão em segurança para grandes eventos, ministrado por empresas de cursos de formação de vigilantes, em conformidade ao disposto nesta Portaria. 
 

sábado, 31 de agosto de 2013

SEGURANÇA PRIVADA - LUTO



  O BLOG DA SEGURANÇA PRIVADA VEM POR MEIO DESTA EXPOR TODO NOSSO SENTIMENTO PELA PERDA DO NOBRE VIGILANTE CICERO MARTINS, MORTO DE FORMA COVARDE DURANTE ASSALTO EM CAMPINA GRANDE.

Clique AQUI e veja a reportagem sobre o caso.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

As empresas de segurança precisam inovar


O aumento da violência e a falta de credibilidade de parte da população no estado têm aberto caminhos para que o mercado da segurança privada cresça sistematicamente em nosso país, mas será que as empresas  especializadas estão acompanhando  o ritmo acelerado da tecnologia? Será que estão utilizando ferramentas estratégicas para prestarem serviços que atendam efetivamente seus clientes?



Muita das vezes as metodologias utilizadas em algumas empresas no emprego da segurança privada são muito arcaicas, isso quando existe. Basta uma simples volta em qualquer distrito ou complexo industrial deste país que observamos cada vez mais portarias com excelentes projetos arquitetônicos e equipes de vigilantes super despreparadas.

À medida que o mercado cresce também aumenta a concorrência, sendo assim é necessário observar que num mercado competitivo como o da segurança privada, “apenas os fortes sobrevivem” nesse caso, as empresas que oferecem os melhores serviços aos seus clientes internos e externos através de uma política de inovação eficiente.

O entendimento de inovação deve ser compartilhado entre as áreas corporativas e operacionais das empresas especializadas através de métodos e ferramentas eficazes que proporcione aos seus profissionais reais condições de representar suas respectivas empresas e principalmente seus clientes, pois, a famosa estratégia de inovar para competir é uma realidade que deve estar intrínseca nos gestores das empresas especializadas para conquistar dia a dia clientes e colaboradores.

A inovação vai além de uniformes bem apresentados ou viaturas operacionais, é necessário que novas práticas administrativas sejam implantadas para que a qualidade do serviço e a inovação seja o diferencial num mercado extremamente competitivo, lembrando que a inovação não deve ficar apenas nos níveis estratégicos e táticos da empresa, ela deve ser implantada e praticada de forma contínua principalmente no ambiente operacional, através de planejamentos estratégicos e comunicação eficaz.
Saulo Felix