terça-feira, 7 de janeiro de 2014

HOMENS DISFARÇADOS DE VIGILANTES ROUBAM QUATRO ARMAS NO H. U. EM SERGIPE

Dois homens utilizando uma farda de uma empresa de segurança renderam o vigilante do Hospital Universitário [localizado no bairro Santo Antônio] e roubaram quatro armas. De acordo com informações da Rádio Patrulha, o fato ocorreu por volta das 13h deste domingo, 5, e até o momento, não há pistas sobre o paradeiro dos assaltantes.
Segundo o tenente Jamisson da Rádio Patrulha, a farda utilizada era de cor vermelha e preta e pertencia a MC segurança, a mesma empresa que presta serviços de vigilância ao HU. Ainda de acordo com o tenente, ao render os vigilantes, os criminosos tiveram acesso ao cofre instalado na portaria e levaram as armas.
Os homens fugiram em moto biz de cor preta. Houve diligências, mas até o momento os suspeitos não foram encontrados.

Reportagem: lagartense.com.br

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

DEMANDA POR SEGURANÇA PRIVADA SOBE 50% EM SÃO JOSÉ - SP


 
 
 
 
 
 

















Leia abaixo reportagem do G1

Nessa época do ano, em que muita gente viaja, a preocupação com a segurança é maior nas casas e conjuntos empresariais. Em São José dos Campos, as empresas de vigilância asseguram que a procura pelos serviços aumentou cerca de 50%. Uma delas, que trabalha principalmente com redes de hospitais está organizando o quadro de vigilantes para conseguir atender a demanda, já que as unidades médicas reforçam a segurança para evitar confusões, já que o atendimento tem maior fluxo de pacientes.

"A gente remaneja a própria equipe, porque eles trabalham na escala 12 por 36 [horas] e tem uma equipe específica que fez esse trabalho em final de ano. A média geral nos últimos 12 meses é de um crescimento de 28% a segurança", contou o dono da empresa de vigilância, Rodolfo de Carvalho.

Proprietária de outra empresa na cidade, Cristiane Perreti, afirma que a demanda está 50% maior e que a tecnologia pode ser uma aliada dos clientes.

"Nós trabalhamos com vigilância tanto armada como desarmada, na parte de portaria e também de segurança eletrônica. Quanto mais segurança, a pessoa se sente mais à vontade. Por exemplo, hoje uma segurança eletrônica, ele pode estar viajando e até de um celular ele consegue monitorar o que está acontecendo na residência. Então, é bem satisfatório nessa parte", disse.
Investimento
Em um prédio comercial da zona oeste, a preocupação com segurança é constante. São 93 câmeras que integram o circuito interno, com um valor investido de R$ 500 mil. Desde o início de dezembro, o condomínio está com o dobro de seguranças trabalhando.

"São escritórios e nós identificamos que eles saem para viagem e as salas ficam desocupadas, o prédio fica mais ermo. Nós nos preocupamos mais com a segurança do condomínio como um todo. Vale a pena, porque traduz segurança para o condômino, valorização para o condomínio e para o empreendimento e também traz tranquilidade para as pessoas em saber que estão vindo a um local seguro", afirmou Nelson Morares, gerente do prédio.

Veja AQUI a reportagem completa.

Fonte: g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia

domingo, 5 de janeiro de 2014

DISPARO ACIDENTAL MATA VIGILANTE DURANTE TROCA DE SERVIÇO

Vigilante morre com tiro acidental durante a passagem do serviço, segundo o portal da Rádio Sentinela do Vale o acidente aconteceu por volta das 19h desta quinta-feira, dia 2, numa empresa cujo nome não foi revelado na rua José Junkesno, bairro Arraial em Gaspar, estado de Santa Catarina. Ainda segundo portal o fato ocorreu na troca de turno, onde o vigilante com idade de 30 anos morreu com um tiro no peito.




Amigos leitores, é de praxe na formação de agente da segurança publica ou privada, precisamente nas cadeiras ou matérias de armamento, munição e tiro as constantes orientações dos instrutores e monitores sobre os cuidados com o armamento. O manejo na arma deve ser realizado com cuidado, respeitando os procedimentos de segurança e as orientações repassadas pelas empresas de segurança através dos seus responsáveis. Infelizmente alguns companheiros por negligenciarem tais procedimentos causam acidentes que muitas vezes acabam em tragédias, o que não quer dizer que ocorreu no fato acima.

Quando fui Sargento da 2ª Companhia de Guardas em Recife, vi Soldados dando tiro acidental de fuzil 7,62 mm no corpo da guarda (portaria) com vários militares dentro, quando  Inspetor da Nordeste Segurança também vi vigilante disparar acidentalmente dentro de agencia bancária o que é lamentável acontecer tendo em vista a formação que estes profissionais recebem e as constantes orientações.

Infelizmente mais uma vida se foi e caberá a polícia civil através dos meios legais descobrir o que de fato aconteceu.

Fonte: www.radiosentinela.com.br/

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

EMPRESAS DE SEGURANÇA CRESCEM 20% AO ANO


Por Juliana Ribeiro   (jribeiro@brasileconomico.com.br)



Grandes grupos do setor como Protege e Verzani almejam expansão em mercados dentro e fora do Brasil.

O mercado de vigilância privada no Brasil tem crescido de forma constante e com ele crescem também as empresas. Por ano, segundo dados do Sindicato das Empresas de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, o setor movimenta R$ 11 bilhões no país.
O grupo Protege, localizado na capital paulista, é um bom exemplo desse aquecimento do setor, já que nos últimos três anos vêm sustentando crescimento anual na casa dos 25%.
A companhia tem no mercado paulista cerca de 30% de sua receita, que neste ano deve chegar a R$ 1,4 bilhão, incluindo todas as empresas do grupo. Mas no horizonte da empresa, ainda há espaço para expansão.
"Nosso plano é crescer 20% em 2013 e 2014", explica Mário Baptista de Oliveira, diretor-geral do Grupo Protege.
Para isso, a companhia estuda atuar no extremo Norte do Brasil e também em regiões do Nordeste onde ainda não está presente.
"Estamos de olho, mas esses locais ainda têm pouca demanda por segurança industrial", explica o executivo. Atualmente, além das empresas privadas, os bancos e órgãos governamentais estão entre os principais clientes da empresa, que conta com uma carteira de aproximadamente 300 contas.
A Verzani Sandrini, que já atua nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, já está investindo no mercado nordestino, especialmente no Recife (PE).
"Essa região vem atraindo grandes investimentos industriais e comerciais e a demanda por segurança privada cresce, juntamente com os empreendimentos", explica Ademar Pereira Barbosa, diretor de operações da empresa.

Clique AQUI e veja a reportagem completa.

Fonte: brasileconomico.ig.com.br/
 
 

 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

GOVERNADOR DA PARAIBA SANCIONA LEI QUE CRIA REGRAS PARA A SEGURANÇA DE BANCOS NO ESTADO!


Por Saulo Felix
 
  Foi sancionada na terça e publicada no diário oficial nº 15.421 de 24/13/2013 a Lei nº 10.228 do Deputado Estadual Assis Quintans que tem por finalidade Art.1 Propiciar melhores condições de segurança para clientes, usuários e funcionários das instituições financeiras.
 
  A lei é praticamente um presente de papai Noel já que o estado da Paraíba vem registrando aumentos sistemáticos de sinistros contra bancos e instituições financeiras. Segundo o Sindicato dos Bancários da Paraíba no ano são 128 ocorrências, sendo: 47 explosões (18 no Banco do Brasil, 2 na Caixa, 26 no Bradesco e 1 no Santander), 35 arrombamentos (12 no Banco do Brasil, 11 no Bradesco, 8 no Santander , 1 no Itaú, 1 no HSBC e 2 na Caixa), 17 assaltos (8 no Bradesco, 4 no Banco do Brasil, 1 no Santander, 2 na Caixa e 2 no Itaú), 18 tentativas de assalto/arrombamento/explosão (7 no Banco do Brasil, 7 no Bradesco, 2 no Santander, 1 na Caixa e 1 no Itaú) e 11 saidinhas de banco (4 no Bradesco, 2 na Caixa, 5 no Santander).
 
Entre os principais pontos desta lei estão
 
  • A obrigatoriedade dos estabelecimentos financeiros operarem apenas com parecer favorável da Secretaria de Estado e Defesa Social da Paraíba - Art. 2º;
  • Responsabilidade do governo dispensar sistemas de segurança e vigilantes das cooperativas de crédito - Art. 3º ;
  • No Art. 5º a Lei define quais mecanismos de segurança as agencias devem dispor (porta giratória, CFTV, divisórias, etc...);
  • O Art. 11 é mais complexo, ele veta dentro das agencias o uso de capacetes, chapéus, bonés, toucas ou quaisquer acessórios de chapelaria que impeçam ou dificultem a identificação pessoal, óculos escuros ou espelhados com a finalidade meramente estética, além do uso de fones de ouvidos, aparelhos eletrônicos e assemelhados, bem como os de telefonia móvel ainda o condutor e/ou passageiro de motocicleta e assemelhados devem retirar o capacete ao ingressar nos estabelecimentos bancários.
  • No Art. 18  As operações de abastecimento e recolhimento dos carros-fortes só poderão acontecer quando clientes e usuários não estiverem no recinto da operação, os horários das operações mencionadas no caput deste artigo deverão ser comunicados à Polícia Militar, Polícia Civil e demais órgãos de segurança, no Município em que funcionem as instituições financeiras ou comerciais.
  • Por fim, o Art. 22.  diz que as instituições financeiras deverão tomar as seguintes providências adicionais de segurança: I – afixar cartazes em suas áreas internas, em locais visíveis ao público, preferencialmente próximos aos caixas, informando, de forma clara e concisa, quando aos riscos de se conduzir numerários; II – impedir nos espaços em frente aos caixas a presença de pessoas que não estão sendo atendidas; III – fornecer orientação aos usuários para: a) Evitar saques de grandes quantias; b) Utilizar os serviços oferecidos de transferência de numerário.
Caros amigos(as)
 
   Fiz algumas postagens mostrando a discrepância entre os lucros dos bancos e as precariedades de algumas agencias pelo Brasil à fora e nenhuma ação efetiva dos órgãos públicos no combate aos crimes envolvendo instituições financeiras. Foi necessário que uma lei estadual fosse sancionada em plena véspera de natal amarrando procedimentos, sistemas de segurança e conduta por parte das instituições para que houvesse o sonho da diminuição destes crimes. Tenho muitas dúvidas a cerca desta Lei, sobre tudo na condição do Estado da Paraíba de aplicar e fiscalizar a lei através de uma Secretaria de Segurança ainda sem quaisquer estrutura de pessoal e material.
 
Vamos aguardar as manifestações dos bancos, sindicatos, empresas especializadas e da própria Polícia Federal sobre o assunto.
 
Veja reportagem do G1/PB - Clique AQUI!
 
 
Fonte: Diário Oficial da Paraíba, Sindicato dos Bancários da Paraíba, Lei 7.102 /83 e G1/PB