domingo, 30 de outubro de 2011

TERCEIRIZAÇÃO DE SEGURANÇA PRIVADA

    Atualmente o que encontramos no mercado são empresas com necessidades de reduzir seus custos. Mas quando tratamos de serviços, esta redução deve chegar até um limite onde não ultrapasse a razão da existência de uma empresa, ou seja, a sua prosperidade, obtida através da manutenção da integridade de seus contratos. Isso se dará somente se a contratada tiver condições de honrar seus compromissos sociais, tributários e financeiros e ainda, proporcionar crescimento para seus colaboradores.
    Hoje existe uma grande campanha contra a clandestinidade, mas precisamos mais que isso, há necessidade de conscientização por parte do mercado como um todo para os preços. O que hoje pode parecer “barato” amanhã pode custar muito caro, tendo em vista que no caso da extinção da prestadora, todo o passivo trabalhista passa ser de responsabilidade direta da contratante.
    Nos últimos anos muitas prestadoras deixaram de existir, isso por terem adotado políticas de preços inexeqüíveis para atender ao mercado, além do passivo trabalhista que fica ao encargo da contratante, muitos funcionários destas foram lesados moral e financeiramente.
    Assim o cuidado ao contratar vai além da legalidade, a contratante deve ter como requisito a forma de gestão da prestadora, ou seja, como são geridos os recursos humanos, financeiros e operacionais. Dentro desta perspectiva, podemos perceber que a documentação da empresa demonstra como são honrados os seus compromissos, já a referencia dos seus clientes, fornecedores e colaboradores refletem a qualidade do seu atendimento. As planilhas abertas, não menos importantes, evidenciam como é a política de formação de preço, se a legislação é respeitada e se todos os encargos e insumos estão sendo contemplados. Empresas éticas são responsáveis e não deixam de cumprir com todas as suas obrigações trabalhistas, tributárias e sociais.
    Outro ponto a salientar é que as contratantes devem ter muito claro nesta contratação o que esperam contratar: Apenas a mão de obra ou a segurança? No primeiro caso, é importante a presença no seu quadro funcional de um gestor de segurança com conhecimento na área, pois será este quem vai definir as diretrizes e o escopo dos serviços. Será responsável pela implantação, acompanhamento e avaliação da equipe, não cabendo aqui responsabilizar a prestadora pelos erros causados por decisões equivocadas que provoquem algum tipo de dano às pessoas ou ao patrimônio da contratante. Quando se terceiriza a segurança de fato, a prestadora assume toda essa responsabilidade. Assim quem tomar para si esta gestão, deve estar capacitado para analisar, tratar e/ou administrar os riscos existentes.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Bandidos arrombam Fórum de Bonito e levam armas de grosso calibre

O Fórum de Bonito, cidade do Agreste que fica situada a 135 quilômetros do Recife, foi arrombado na última segunda-feira (18). Segundo a polícia, os bandidos forçaram o cadeado de uma sala anexa ao fórum, lugar onde estavam armazenados processos e armas. 

A invasão foi descoberta apenas no início da manhã desta terça-feira (19), quando os funcionários chegaram ao local para trabalhar. Os bandidos levaram várias armas de grosso calibre, mas o levantamento do prejuízo ainda não foi finalizado. Ninguém foi preso e o caso será investigado pela Delegacia de Bonito.

De acordo com o assessor de segurança do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), coronel Sebastião Godim, o Fórum de Bonito conta com um vigilante e que as armas não deveriam estar nesse anexo. A determinação do tribunal, que existe há dois anos, é de que as armas sejam guardadas nas unidades policiais. Ele disse ainda que irá a Bonito com uma equipe de investigação para descobrir porque as armas estavam nessa sala.

O TJPE informou também que está em fase de licitação a colocação de dispositivos de segurança, como detectores de metais, nos fóruns do interior do Estado, mas esse reforço na segurança ainda não tem data para ser colocado em prática.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

País teve mais de 800 ataques a bancos no primeiro semestre de 2011




     No primeiro semestre de 2011 foram registrados 838 ataques a bancos em todo o país, média de 4,63 ocorrências por dia. Deste total, 301 foram assaltos (incluindo sequestro de bancários e vigilantes) e 537 arrombamentos de agências, postos de atendimento e caixas eletrônicos (incluindo uso de maçaricos e explosões por dinamite) . Em decorrência desses crimes, 20 pessoas foram mortas, incluindo 11 vítimas da chamada  “saidinha de banco”, quando o cliente é rendido por bandidos após sacar dinheiro em agências ou caixas eletrônicos.
    Estes dados constam da primeira Pesquisa Nacional de Ataques a Banco, divulgada nesta segunda-feira (11), em Curitiba, pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf).
    A pesquisa aponta São Paulo como o estado onde mais ocorrera esse tipo de crime, com 283 casos. A maioria dos assassinatos também foi registrada em São Paulo, com 12 mortos. Em segundo lugar em número de assaltos está a Bahia  (61 casos), seguida do Paraná (56). O Amazonas foi o único estado que não registrou ataques a bancos ou a clientes.

fonte: pb1.com.br

domingo, 10 de julho de 2011

Gestor do Depatri dá dicas para evitar novas vítimas das 'saidinhas de banco'

 O crime conhecido como “saidinha de banco” tem tirado o sossego de muita gente na Região Metropolitana do Recife, que registrou 447 ocorrências do tipo este ano, de acordo com a Secretaria de Defesa Social.

De acordo com a polícia, os ladrões que fazem esse tipo de assalto agem sempre da mesma maneira: um observador fica dentro da agência, de olho em quem faz saques de valores elevados. Por celular, se comunica com os comparsas que estão do lado de fora e descreve a vítima, que pode ser abordada tanto na saída do banco quanto no caminho - ou até na hora em que chega em casa.

O gestor do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), delegado Antônio Barros (foto 1), deu orientações importantes para evitar esse tipo de assalto. “É muito melhor que se aumentasse a frequência de saques, no valor máximo de R$ 500,00, do que fazer uma retirada só no mês, mas de um valor que de repente pode chamar a atenção de assaltantes. No caso de quem precisa pagar os funcionários, não há a necessidade desse patrão sacar o dinheiro e pagar os funcionários em espécie. Os bancos oferecem as contas-salário, onde não há custo nenhum para o funcionário e o serviço a ser pago pelo estabelecimento junto aos bancos é de baixo valor”, diz o delegado.

fonte: pe360graus.globo.com